segunda-feira, 22 de novembro de 2010

AULA 21 – MODULO 2 – ASSEMBLÉIAS ESCOLARES


AULA 21 – MODULO 2 – ASSEMBLÉIAS ESCOLARES

Nesta aula foi apresentada outra parte do projeto do professor Pátaro, onde focou as assembléias escolares, situações de conflito, fato que é pouco incorporado , onde através dos votos os alunos decidem o rumo escolar, na escola comunitária de Campinas, onde relatou todo o inicio dessas assembléias, na década de 1970, onde sempre focou a participação do aluno, no ensino da moral. Houve também relato da experiência pelo professor Ulisses, onde cita também a coordenadora da unidade, falando que este projeto já faz parte a seis anos, focando a democracia, onde todos têm lugar para expor pensamentos, criticas propor novos trabalhos, onde acreditam também que e dever escolar o ensino de valores, autonomia, de ele próprio resolver seus próprios problemas. Foram citados os três tipos de assembléia, da de classe, como função de regular ações dos alunos dentro da sala de aula, onde em cada sala ha um espaço onde de forma espontânea, colocam suas criticas e solicitações, onde é um espaço no canto da sala, feito de cartolina.
Focou como são montadas essas assembléias, feitas de forma aberta, coletiva, com o envolvimento de todos, criticando fatos ocorridos e não diretamente as pessoas, protegendo a criança com atitude inadequada, tirando, não a deixando exposta. E um espaço de discussão, critica, resolução de problemas onde todos aprendem, começando com rodas de conversas, trazendo seus problemas, onde pouco a pouco a escola foi formalizando, através de uma metodologia flexível, partindo desde o ensino infantil, tendo responsáveis muito bons, que até hoje, ele funciona perfeitamente, chegando a um momento que as decisões, são feitas pelos próprios alunos e não por parte dos professores. A assembléia em sala funciona a partir da primeira série, onde o projeto e efetivamente realizado, começando com uma história da assembléia dos ratos, passando para o aluno que é uma tentativa de solução de problemas, e exposições de casos de sucesso, onde e levado em conta. Apos a assembléia, e feito uma votação onde e decidido o que deve ser feito para tomar soluções para correção. Tudo para o trabalho da cidadania, mas ao mesmo tempo implica um trabalho a mais para os pais ao qual aceitam, pois cria alunos questionadores, críticos, criando uma nova postura para o relacionamento entre pais e alunos. Ali se discute varias problemáticas na escola, como cantina, animais na escola, onde tudo e resolvido em sala de aula e as medidas são tomadas ali mesmo. Ha também a assembléia semestral onde se reúne toda unidade escolar, envolvendo professor, alunos, funcionários e direção, onde se expõe todas as problemáticas da unidade escolar e relação para com os alunos e escola, onde se explica todas as regras e o porquê das decisões.
Nessa condução o professor deve ter um papel fundamental de educar, orientar, explicar o porquê das situações, fazendo as intervenções corretas, mas ao mesmo tempo o orientando. O professor Ulisses comenta que essas assembléias ha uma considerável redução da indisciplina no ambiente escolar, que ela não e mágica, mas ela torna comportamentos indesejados, deixando em níveis democraticamente aceitáveis, diminuindo problemas, passando a dialogar os problemas do cotidiano, mas não e o grande foco, mas sim a construção de valores, combatendo outro problema da escola que e o preconceito o bullying escolar. Por fim ha a assembléia dos professores, onde mensalmente os professores se reúnem com a direção escolar, para discutir as relações entre professores, a relação acadêmica, escolar, problemas e soluções, alem de combater uma grande resistência entre os professores, servindo de mesma experiência que o aluno passa diariamente, onde o professor fica preparado a todo instante.
O professor Ulisses comenta que ha mais de um século isso e usado na unidade escolar, onde e uma metodologia usada em todas as unidades escolares, onde o professor deva estar preparado, dispostos abrir, escutar e ouvir os alunos, devido a seu pequeno espaço de abertura, onde devemos acreditar nesse principio participativo, dependendo da boa vontade da unidade escolar.

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