terça-feira, 26 de outubro de 2010

DISLEXIA - UMA HISTORIA

DISLEXIA - UMA HISTORIA
O documentário foca como uma escola estadual lidou com a questão da dislexia com uma aluna que enfrentou esse problema. A aluna Isabela, em Itapecerica da Serra, contou que, nunca conseguia entender nada o que o professor explicava, onde os pais viam que nunca tinham conteúdos escritos no dia a dia da sala de aula. Segundo os relatos dos professores havia a necessidade de várias e várias vezes para que o aluno entendesse o conteúdo, onde demorou algum tempo para que toda equipe docente entendesse o problema. A aluna falava que no passado tinha grandes dificuldades de aprendizado, onde escrevia errado, muito errado. Após a reprovação da segunda serie os pais levaram a psicólogos, médicos, exames, onde com 12 anos descobriu que a aluno tinha dislexia, responsável pelo problema.
Percebe-se que só foi possível isso graça a preocupação dos pais, que buscaram ajuda para resolver esse problema, onde a partir daí os professores tinham já o porquê do problema e começaram a trabalhar de forma diferenciada, para resolver o problema, de uma forma mais próxima, onde captou como resultado um melhor rendimento da aula em sala, de aula, havendo uma excelente ganha de aprendizagem, devido à integração de todos os alunos.
 A diretora da unidade explicou que a formação e o grande problema, pois o professor não esta preparado para lidar com esse problema. Isso só foi possível, pois teve a ajuda de um órgão responsável pelo tratamento de dislexia, onde através de muita tentativa dos profissionais, conseguiram amenizar o problema desse aluno. A orientadora da unidade ela falou que a grande dificuldade é sim a de codificar o texto e não apenas só o aprender e que isso se deve a fatores neurológicos, e que muitas crianças não aprendem a ler em um tempo comum, mas com uma maior insistência isso e possível, além do trabalho de toda equipe envolvida e não apenas alguns professores, e o principal vencer o tabu contra esse problema por parte de toda equipe, e que não e apenas um aluno como a Isabela, mas vários alunos, e que há a necessidade de todo o coletivo escolar, para integrar todos.

Etica e Cidadania na Comunidade

Etica e Cidadania na Comunidadehttp://evs.usp.br/curso/blocks/exabis_eportfolio/portfoliofile.php?access=portfolio/id/321&itemid=16

Valores

Valoreshttp://evs.usp.br/curso/blocks/exabis_eportfolio/portfoliofile.php?access=portfolio/id/321&itemid=17

Valores

Valoreshttp://evs.usp.br/curso/blocks/exabis_eportfolio/portfoliofile.php?access=portfolio/id/321&itemid=17

Valores

Valoreshttp://evs.usp.br/curso/blocks/exabis_eportfolio/portfoliofile.php?access=portfolio/id/321&itemid=17

Construção da Cidadania na Escola

Construção da Cidadania na Escolahttps://docs.google.com/leaf?id=1tlfvXX65Ku4y4GoN5NV9YO6YeJHezw6qII36ag_vafx0HOJU6lWrzGVwWVvA&sort=name&layout=list&num=50

PORTIFÓLIO

PORTIFÓLIO

Foi passado também o funcionamento do portifólio , uma excpecional ferramenta de aprendizagem para ver se o aluno esta aprendendo e usando a plataforma, onde atraves de representações, o aluno inserirá o que entedeu das aulas e os textos trabalhos durante o curso, usando através do menu espaço pessoal, portifólio, onde usará varias ferramentas, como word, excel, power point, onde em toda unidade de aprendizagem, será usada textos para ver se o aluno esta documentando seu aprendizado.
O aluno também podera usará o portifólio de outras ferramentas na internet, como o youtube, blogspot, que o aluno inserirá seus relatos de aprendizado, usando a criatividade para a avaliacao dos tutores. É uma ferramenta importantíssima.

INTERDISCIPLINARIDADE

INTERDISCIPLINARIDADE
Neste vídeo foi visualizado a importância do trabaho em projetos, usando um projeto da cidade de Campinas, onde foi comentado que para os professores a interligação das matérias, através de um rio local, chamado Anhumas, próximo a uma escola local muito presente na vida das pessoas, havendo uma parceria entre a UNICAMP e a Secretaria da Educação, havendo a união das matérias de português, química e geografia, usando trabalhos de estudo do meio, visitando o local, o ambiente exterior, usando a transversalidade, que surgiu como necessidade onde as disciplinas não mudem de objetos havendo uma interligação mais fortes da disciplinas, usando temas, e valores da educação básica, usando principalmente o ensino de Valores.
Usa-se a transversalidade para usar eixos como o meio ambiente, fato de interesse dos alunos usando os problemas e a realidade local, como enchentes, lixo depositado na rua, etc.
Os professores usaram o estudo do meio, observaram os resíduos químicos, e o esgoto usado na rua, mostrando que os itens se transversalizam, todas as matérias se casando umas com as outras, mostrando desde o processo geológico que o formou, a geomorfologia do lugar, até as reações químicas, e os professores de português, mostrando a escrita.
Querem usar a regionalidade do lugar, para chamar o aluno, fazer com que o aluno tente compreender o mundo, ler o mundo, dividos por matérias, como preveu Descartes, item que ele dividiu através da metodologia científica.
Devemos usar esses conteudos para os alunos como um meio e não como a cientificidade como tanto fala a escola, mostrando esse movimento que ganha força, desde o século XVII mudando a teoria de Descartes, de não estar fragmentando todo esse conteudo, ficar fácil e entendivel para o aluno, trazer sentido para o aluno e interesse para a escola.
Mostra também Morin onde comenta que a escola ao passar para o aluno não repassa como deveria esse conteúdo, facilitando-os, para que possa ser entendido para o aluno o que é totalmente errado, devendo vencer essa separação de disciplinas e facilitar, mudando totalmente o conteudo, mostrando a importancia dessa religacao de tudo, importantissimo.

VIDEO PROJETO DE PESQUISA

VIDEO PROJETO DE PESQUISA
O projeto de pesquisa vai ser essencial nesse curso onde será um fator importantíssimo, de forma colaborativa e participativa, através da resolução de problemas através da realidade escolar onde trabalhamos, sendo feito um relatório pelo grupo durante os dois meses. O relatório de pesquisa vai fazer como que trabalhos coletivamente sobre conhecimentos escolares, vendo sua realidade.

APRENDIZAGEM BASEADA EM PROBLEMAS - PBL

APRENDIZAGEM BASEADA EM PROBLEMAS - PBL

Este vídeo tem como objetivo mostrar como será o método de ensino do curso, vindo de países desenvolvidos chamados Aprendizagem Baseadas em Problemas, método muito famosos em cursos na área de saúde, onde o profissional aprende na pratica, no cotidiano diferente, do comum, em sala de aula. Esse método veio dos países Europeus e do Canadá, método muito utilizado, e contornado falhas do ensino tradicional, iniciando na década de 1960, onde se organiza o currículo através de problemas a serem enfrentados.
Este método esta sendo amplamente utilizado na universidade de São Paulo, e na UFSCAR, nas áreas de saúde, em Cursos iniciais onde o professor ele apenas intervém nos problemas, sendo um tutor, onde todo o projeto e metodologia são realizados pelos alunos, usando entre varias maneiras o estudo do meio, para a realização dos estudos, saindo do ambiente escolar, usando a comunidade local, e no foco principal a realização dos problemas a serem enfrentados, onde várias tentativas são realizadas, Devendo ter toda estrutura, teoria, metodologia, quadro teórico, analise de dados, o grande objetivo é que o aluno se especializa em determinado fenômeno, tendo uma qualidade muito maior no ensino.


AULA 12 – MODULO 2 – RETARDO MENTAL E AUTISMO

AULA 12 – MODULO 2 – RETARDO MENTAL E AUTISMO
                Nesta aula novamente tivemos o prazer da professora Paula Fernandes, onde tratou o tema de retardo mental e autismo, e seus traços, questionando como se dá a inclusão social desses alunos, como podemos entender essas condições e estar melhorando nosso dia a dia. Citou que o retardo mental tem dois lados, o medo do diagnostico e o agradecimento pelo diagnostico, visto por parte dos pais, para tentar entender os problemas da criança, quais seus problemas, características, onde ele busca e quer um diagnóstico, e quando isso é afirmado pelo médico, o pai é agradecido, mas ao mesmo tempo, há uma resistência por parte dos pais, sendo necessário, pois a escola tratará melhor o problema. Retardo mental é quando a criança tem habilidades intelectuais abaixo da média, ocorrendo ainda quando criança, tendo problemas na comunicação, na interação social, em habilidades motoras, nos cuidados pessoais e na vida acadêmica, onde cerca de 1% a 2% da população tem esse problema. Dentre os retardos há vários tipos, dentre o leve até o grave. Explicou que o retardo mental leve ela tem problema na linguagem, consegue se comunicar apresenta independência, inclusive em sua higiene, ela consegue estudar até um determinado ponto, até um limite, e consegue ter uma vida independente, ter trabalho, casar, e inclusive cuidar de sua casa, onde essas crianças estão inseridas na sociedade. Já o retardo mental moderado, ele começa apresentar certos problemas, de compreensão da linguagem, ela já precisa de auxilio, tem uma vida acadêmica limitada, precisa de uma atividade individualizada. Por fim há retardo mental grave, onde grande parte e comprometido, com diversos déficits, problemas auditivos, fala, necessitando de instituições especializadas, onde se visa essa criança em um contexto social, havendo grandes diferenças do que vinte anos atrás, onde ela saiu e foi inclusa na sociedade, fato importante e positivo.
                A professora citou o que deve ter feito ao detectar o retarde mental que pode ser descoberto na gravidez, onde, já há como estar fazendo um trabalho junto a esses pais, já, desde bebe, fazer treinos dessas habilidades sociais, estímulos favoráveis, e informar e treinar as pessoas ao seu redor, família e professores, sendo necessárias incluías no grupo para ter resultados positivos.  Já na unidade escolar há a necessidade de um trabalho em que haja estimulação, favorecer seus estímulos para seu desenvolvimento integral, melhoria das relações sociais, principalmente.
                O autismo é um fator de transtorno invasivo do desenvolvimento, que causa prejuízos na interação social, atraso na aquisição da linguagem, e comportamentos estereotipados e repetitivos, onde ocorre em cerca de dois a cinco casos a cada grupo de dez mil bebes, e são mais comuns entre meninos. Suas características principais é sua detecção, por volta dos dois anos e meio de idade, devido ao atraso no desenvolvimento da fala, resiste aos cuidados internos e não se interage, causando também um déficit no comportamento social, evitam contato visual, não tem interesse pela voz humana, é totalmente indiferente ao afeto, como um abraço, por exemplo, onde ela não aceita, outro fator é que elas não seguem os pais em casa, por exemplo, e não tem interesse em brincar com outros meninos e meninas.
Ela cria interesse por brincadeiras estereotipadas, como por exemplo, não o carrinho, mas sua roda, ela cheira e lambe objetos, ela é fascinada por luzes e movimento, se incomoda por mudanças em sua rotina diária, não aceita mudanças, e usa de agressões, tendo inteligência e linguagem comprometidas. Já na escola, o professor deve perceber a falta de interesse da criança em brincar, não quer jogos, nada que é oferecida ela quer, tem atos repetitivos, ataques de raiva, resistência em aprender novas atividades.
                Quando detectado o problema é necessário o tratamento individualizado, especial, de forma conjunta, com a necessidade de uma educação especial, pois ela tem vários níveis, a necessidade do aconselhamento de pais, medicações, para amenizar as conseqüências, pois 45% das crianças com autismo têm uma boa linguagem, sendo necessário o lidar com esses casos, fazer a inclusão de forma verdadeira, real.


AULA 11 – MODULO 2 – TDAH

AULA 11 – MODULO 2 – TDAH
                Focando o TDAH, a professora Paula Fernandes fez uma abordagem no assunto de grande problema entre os professores, fazer com que o aluno tenha atenção. A docente orientou que a função do professor e detectar os problemas, mas não diagnosticar que isso não e função do professor, onde a partir daí é necessário dar as coordenadas, onde, se deve ter um grande cuidado, pois, nem toda a agitação entre os alunos é déficit de atenção, não podendo haver uma generalização.
                Definiu-se como TDAH o transtorno de comportamento neurobiológico, de causas genéticas e ambientais, que aparece a infância, e pode acompanhar a pessoa por toda vida, tendo como características a desatenção, a hiperatividade e a impulsividade, causando prejuízos acadêmicos, e de relacionamento interpessoal. Na desatenção ela tem como principais características a dificuldade de prestar atenção a detalhes, se tem a impressão que ele não escuta quando falam com ele, é facilmente distraído por estímulos alheios, tem dificuldade de organização, comete erros por descuido, não segue instruções, não termina suas tarefas, e perde coisas muito importantes. Já a hiperatividade há pequenas diferenças, onde a criança não consegue se envolver em atividades silenciosas, sempre esta a mil por hora, a todo vapor, agita mãos e pés a todo instante, tem dificuldade de permanecer sentado, corre exageradamente, fala demais, entre outros. Há também a impulsividade que, nada mais é aquele aluno que dá a resposta antes mesmo que você termine a pergunta, tem dificuldade e aguardar a sua vez, interrompe e se intromete em conversas alheias. Cerca de 5 a 13% dos casos em crianças, em meninos, onde desses casos apenas 25 % são garotas, e 50 % desses casos permanece na vida adulta.
                A professora comentou também que há três tipos diferentes de TDAH, que é o da desatenção, existente em sua maior parte pelas garotas, desorganizadas, esquecidas, não fazem tarefas, desatenta, isolamento social, sendo anti-social, não gosto de grupos, não se envolve. Já o hiperativo impulsivo são crianças agressivas, há uma rejeição por parte dos colegas, são impopulares, agitadas, inquietas e impulsivas. Por fim, o combinado, que são essa união, é rejeitado, etc.
                Devemos ter atenção, pois esses problemas passam despercebidos pelos pais, e é o professor que deve estar atento, ao observar os sintomas mais evidentes, onde ela começa a ter problemas de linguagem, problemas de noção de espacialização, reconhecer símbolos gráficos, não conseguem ficar sentadas, e prestarem atenção e pouca coordenação motora, desajeitadas, além de sempre estarem em movimento e dificuldade de terminar as tarefas, ate começam, mas não termina. Citou que o fundamento é clinico, por especialista, através de uma avaliação, onde reúne escola, e equipe medica, lembrando sempre que há casos e casos, sendo baseada no CID-10. Entre as causas são vários dentre os principais os genéticos, biológicos e físicos e os psicossociais. Tem como tratamento ele tem que ser multifatorial, dependendo caso a caso, avaliado todo seu contexto, com medicações, psicoterapia e o envolvimento da família e da escola. Dentre as conseqüências do TDAH, as principais é o baixo rendimento escolar, baixa auto-estima, dificuldade de relacionamento, depressão, abuso de álcool no caso do adulto, entre outros.
                Para correção desses problemas é essencial a conscientização para entender esses casos, ajudar a criança, compreender sua situação, combater e desfazer de rótulos prévios como preguiçoso, folgado, dinamizar sua auto-estima, e mudar suas estratégias para o combate ao TDAH. Sugeriu o uso de calendários para esses alunos para ele conseguir visualizar suas situações, futuras, o uso de elogios, o uso da contingência, premiação de respostas adequadas, mas não o uso de chantagens, pois elas chamam a atenção pelo negativo, elogiar, reconhecimento, prêmio, ajudar o docente em tarefas como apagar a lousa, se sentir inserido no processo, e também ajudar ele no problema da impulsividade, além de discutir com os pais as situações, os problemas.

AULA 10 – MÓDULO 2 – PERSPECTIVAS ATUAIS DAS PESQUISAS EM EDUCACAO DE VALORES.

AULA 10 – MÓDULO 2 – PERSPECTIVAS ATUAIS DAS PESQUISAS EM EDUCACAO DE VALORES.
                Nesta aula a professora Viviane continuou a aula anterior sobre como se da o andamento a atualidade da questão dos valores na pesquisa atual. Falou que a moralidade faz parte da nossa identidade, explicando através de um mapa como sujeito psicológico e formado, da consciência e não consciência.  Começou como reflexão sobre o que são valores, dos problemas dos valores em nossa sociedade, da identificação de cada área do conhecimento, onde todas as áreas são trabalhadas, usando a psicologia moral como exemplo. Falou que os valores e a moralidade vêm do sujeito psicológico, onde, quando falamos em moralidade, são vários os aspectos do psiquismo humano, onde o sujeito se relaciona o tempo todo com o universo de relações, tendo aspectos inter-relacionados, seja biológico, afetivo cognitivo, e dentro disso tudo, parte e a moralidade, que esta implicada com o afeto, ao dizer valores, não é a parte mais importante do psiquismo, mas tem sua importância por relacionar com tudo, partindo disso, afirma que valores, a trocas afetivas, que o sujeito realiza com o exterior através de momentos positivos, através de pessoas, relações ou sobre si mesmo, onde os valores surgem da projeção do sentimento expositivo, tudo que projetamos positivamente, seja pessoa, objeto, ou nos mesmos, podemos significar valor. Há também os contra valores, que surgem da projeção de sentimentos negativa sobre qualquer coisa.
Citou também como que a atualidade se dá os valores morais, onde, o sujeito tem papel ativo na construção de valores, e que eles podem ser morais ou não, mas que a moralidade não e guiada apenas pelo principio de justiça. Na tradição dos estudos de psicologia moral, se percebe uma ênfase em uma moral de deontologicas, que é a postula a essensiabilidade do dever, das regras, sendo formulada e criada por Piaget, que dizia que a moralidade se baseava nas regras, onde fez outros autores continuaram esses estudos.
Na atualidade vê se que o sujeito tem papel ativo, onde a moralidade tem tudo a haver com o sujeito. Citou também que valores não se constituem como centrais e periféricos, no sistema moral do sujeito, e que a importância das situações, são importantes para serem vivenciadas pelo sujeito para essa construção, onde nosso dia a dia prova isso, aonde os valores vão sendo criadas conforme nossa percepção sobre a situação. Como exemplo, ela passou um gráfico onde mostrou um jovem que tem um amigo que o solicita para ajudá-lo com um estudo a ser realizado, que está atrasado, onde o jovem que recebe tem essa responsabilidade, seja escola e amizade, pensando que, indagando, o porquê ele deve fazer se ele já fez o seu, onde não e seu o problema ou ele toma outra linha de pensamento, pensar o contrario e, fizer pela amizade, e que se pode usar a amizade apenas para o que for interessante e que isso varia conforme nossos comportamentos, dependendo da percepção do contexto de que e apresentado, pelo o que ela já passou, sua historia de vida, e que contribuem para a formação do sistema moral.
A professora também ensinou que existe uma regulação dos valores pelos sentimentos, exemplo disso é o sentimento de culpa e vergonha, devido à falta de coragem, e que eles integram-se e vão se organizando no sistema moral dos sujeitos de uma hierárquica, mas não aparecem sozinhos, separando-se entre centrais e periféricos, e que conforme ele ira regular quais são seus principais valores e vai tomar suas decisões, como o preconceito, a maldade, ele vai construir como valor central o ser preconceituoso, tirando a amizade, lealdade, deixando isso de fora, mas que essa integração dos valores também exerce um papel de regulamentação moral. Tudo isso tem como objetivo a formação de uma educação moral, reflexiva e que essa metodologia deve ser ativa no processo de aprendizagem, em que o aluno se coloca no processo de construção desses valores.
Outro ponto é que esses valores podem ser morais ou não, pois nem sempre são positivos, onde a moralidade não se aplica apenas ao senso de justiça, e que deve ser trabalhado com diversos valores, e não apenas regras, regras, deveres e obrigações a serem cumpridos, e que grande parte das escolas só usam regras e deveres, não trabalhando apenas com valores, causando grande conflito, e que a construção desses valores, o meio tem fundamental importância, pois é a partir deles que serão construídas seqüências didáticas voltadas para o processo de valores em suas diversas situações, e que esses alunos vão pouco a pouco percebendo e mudando de atitudes, e que esses valores se integram, regulando pouco a pouco seus sentimentos, gerando o autoconhecimento pelo aluno, se situando, o ajudando no dia a dia.

Para finalizar a professora Viviane passou um exemplo onde ela aplicou esse ensinamento em uma escola que passava por problemas de preconceito entre os alunos, usando o lúdico para desenvolver esse trabalho, causando bons resultados.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

AULA 9 – MODULO 2 – PERPECTIVAS ATUAIS DAS PESQUISAS EM PSICOLOGIA MORAL

AULA 9 – MODULO 2 – PERPECTIVAS ATUAIS DAS PESQUISAS EM PSICOLOGIA MORAL
                Deu-nos o prazer essa aula a professora Viviane Pinheiro, onde conversou em vinte e seis minutos como se da o processo da psicologia moral nos dias atuais, focando seus trabalhos de mestrado e doutorado, começando como reflexão sobre o que são valores, dos problemas dos valores em nossa sociedade, da identificação de cada área do conhecimento, onde todas as áreas são trabalhadas, usando a psicologia moral como exemplo. Falou que os valores e a moralidade vêm do sujeito psicológico, onde, quando falamos em moralidade, são vários os aspectos do psiquismo humano, onde o sujeito se relaciona o tempo todo com o universo de relações, tendo aspectos inter-relacionados, seja biológico, afetivo cognitivo, e dentro disso tudo, parte e a moralidade, que esta implicada com o afeto, ao dizer valores, não é a parte mais importante do psiquismo, mas tem sua importância por relacionar com tudo, partindo disso, afirma que valores, a trocas afetivas, que o sujeito realiza com o exterior através de momentos positivos, através de pessoas, relações ou sobre si mesmo, onde os valores surgem da projeção do sentimento expositivo, tudo que projetamos positivamente, seja pessoa, objeto, ou nos mesmos, podemos significar valor. Há também os contra valores, que surgem da projeção de sentimentos negativa sobre qualquer coisa.
                Citou também como que a atualidade se dá os valores morais, onde, o sujeito tem papel ativo na construção de valores, e que eles podem ser morais ou não, mas que a moralidade não e guiada apenas pelo principio de justiça. Na tradição dos estudos de psicologia moral, se percebe uma ênfase em uma moral de deontologicas, que é a postula a essensiabilidade do dever, das regras, sendo formulada e criada por Piaget, que dizia que a moralidade se baseava nas regras, onde fez outros autores continuaram esses estudos.
Na atualidade vê se que o sujeito tem papel ativo, onde a moralidade tem tudo a haver com o sujeito. Citou também que valores não se constituem como centrais e periféricos, no sistema moral do sujeito, e que a importância das situações, são importantes para serem vivenciadas pelo sujeito para essa construção, onde nosso dia a dia prova isso, aonde os valores vão sendo criadas conforme nossa percepção sobre a situação. Como exemplo, ela passou um gráfico onde mostrou um jovem que tem um amigo que o solicita para ajudá-lo com um estudo a ser realizado, que está atrasado, onde o jovem que recebe tem essa responsabilidade, seja escola e amizade, pensando que, indagando, o porquê ele deve fazer se ele já fez o seu, onde não e seu o problema ou ele toma outra linha de pensamento, pensar o contrario e, fizer pela amizade, e que se pode usar a amizade apenas para o que for interessante e que isso varia conforme nossos comportamentos, dependendo da percepção do contexto de que e apresentado, pelo o que ela já passou, sua historia de vida, e que contribuem para a formação do sistema moral.
A professora também ensinou que existe uma regulação dos valores pelos sentimentos, exemplo disso é o sentimento de culpa e vergonha, devido à falta de coragem, e que eles integram-se e vão se organizando no sistema moral dos sujeitos de uma hierárquica, mas não aparecem sozinhos, separando-se entre centrais e periféricos, e que conforme ele ira regular quais são seus principais valores e vai tomar suas decisões, como o preconceito, a maldade, ele vai construir como valor central o ser preconceituoso, tirando a amizade, lealdade, deixando isso de fora, mas que essa integração dos valores também exerce um papel de regulamentação moral. Tudo isso tem como objetivo a formação de uma educação moral, reflexiva e que essa metodologia deve ser ativa no processo de aprendizagem, em que o aluno se coloca no processo de construção desses valores.
Outro ponto é que esses valores podem ser morais ou não, pois nem sempre são positivos, onde a moralidade não se aplica apenas ao senso de justiça, e que deve ser trabalhado com diversos valores, e não apenas regras, regras, deveres e obrigações a serem cumpridos, e que grande parte das escolas só usam regras e deveres, não trabalhando apenas com valores, causando grande conflito, e que a construção desses valores, o meio tem fundamental importância, pois é a partir deles que serão construídas seqüências didáticas voltadas para o processo de valores em suas diversas situações, e que esses alunos vão pouco a pouco percebendo e mudando de atitudes, e que esses valores se integram, regulando pouco a pouco seus sentimentos, gerando o autoconhecimento pelo aluno, se situando, o ajudando no dia a dia.
Para finalizar a professora Viviane passou um exemplo onde ela aplicou esse ensinamento em uma escola que passava por problemas de preconceito entre os alunos, usando o lúdico para desenvolver esse trabalho, causando bons resultados.

Aula 10 PERSPECTIVAS TUAIS DAS PESQUISAS EM EDUCAÇÃO EM VALORES
Nesta aula a professora Viviane continuou a aula anterior sobre como se da o andamento a atualidade da questão dos valores na pesquisa atual. Falou que a moralidade faz parte da nossa identidade, explicando através de um mapa como sujeito psicológico e formado, da consciência e não consciência.







AULA 8 – MODULO 2 – DISTÚRBIOS ALIMENTARES, ANOREXIA, BULIMIA E OBESIDADE.

AULA 8 – MODULO 2 – DISTÚRBIOS ALIMENTARES, ANOREXIA, BULIMIA E OBESIDADE.
                A professora Paula Fernandes citou problemas comuns na escola sobre o que diz respeito aos distúrbios alimentares, e da importância da alimentação na unidade escolar, e que estes problemas são causados por vários fatores entre eles, o psicológico, biológicos, familiares e socioculturais, alterando totalmente o comportamento alimentar. A professora questionou que se observamos isso entre nossos alunos na escola, e que é importante estarmos conscientizando e trabalhando com esses alunos, conscientizando sobre a alimentação equilibrada, completa e variada.
Para falar melhor a respeito do assunto a professora convidou a professora Lilian de Souza Lima, onde falou sobre todas essas condições, onde disse que a escolha alimentar na adolescência, sendo influenciada por vários fatores, sendo uma fase de grande vulnerabilidade, e que a dieta inadequada pode influenciar em problemas, ondea adolescendo há grande atividade física, sobrecarregando o corpo do adolescente e que e grande a quantidade de injeção de proteínas, devido a todas as transformações, aumentando a necessidade da vitamina C, da vitamina B12, aos que se tornam vegetarias, aumento do uso do ácido fólico e da vitamina C e da necessidade de vitamina A e D, e que a pirâmide alimentar é um bom instrumento para esse uso da dieta.
Falou também da importância da água, da utilização de carboidratos, vegetais, frutas, carnes, peixes, lácteos, e a gordura, o açúcar e o sal. Os transtornos alimentares são muito comuns nessa fase, e dentro de tudo isso, pode-se ter anorexia nervosa, bulimia, transtornos de compulsão alimentar, entre outros. Comentou também sobre o medo mórbido entre o adolescente da questão do peso, do achar que estar sempre gordo, da insatisfação para como corpo, entrando em dietas mal elaboradas, restritivas, usando métodos inapropriados na busca do corpo perfeito, e que a genética, influencia muito. Comentaram também das alterações hormonais que são comuns, alterações psiquiátricas, conflitos na família, problemas econômicos, mas que, na maioria das vezes, há fatores ambientais.
Citou do problema da anorexia nervosa está esta matando muito adolescentes e necessita maior atenção, que a auto-imagem está complicando muito a situação, causando sérios problemas na saúde desses adolescentes. Quanto à bulimia nervosa, que significa fome de boi, o desejo insaciável por comida, perdendo totalmente o controle, e começa a usar métodos compensatórios, como laxantes, vômitos, entre outros.
                A professora também alertou que a taxa de mortes com essas doenças é muito alto, e que há muitas melhoras e recaídas, e que o tratamento psicológico e muito importante para resolver isso, onde não apenas o psicológico, mas toda uma equipe médica para que possa resolver esses problemas. Comentou também da obesidade que é um armazenamento excessivo de energia, também influenciado pelo meio ambiente, genéticos e psicológicos, onde os pais têm grandes influencia nisso, além da pré-disposição alimentar, onde e alto o padrão alimentar dessa criança, sendo a fatores externos o grande responsável associado ao baixo gasto energético, além da renda familiar, onde o acesso a produtos aumentou a urbanização, a mudança nas relações de trabalho, excesso de alimentos industrializados, ricos em gordura, e o comportamento humano, sedentarismo, não fazer exercícios, etc. O tratamento contra o obeso ele é dividido em três fases, que é a reeducação alimentar, orientação e o principal a prática de exercícios físicos, mas que toda a família precisa mudar esses hábitos, para que haja sucesso.
                Voltando a Professora Paula Fernandes, ela citou mais uma vez a importância da discussão desses problemas em sala de aula, e que o professor deve orientar os alunos para isso, de forma sincera, conversa, para que não atinja o desempenho acadêmico desses alunos, da necessidade da orientação coletiva, suporte, incentivar o aluno a buscar ajuda, e principalmente motivar para que ele se sinta amado e acolhido.

AULA 07 - CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO PONDERAL E HÁBITOS ALIMENTARES

AULA 07 - CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO PONDERAL E HÁBITOS ALIMENTARES
                Neste dia o professor LI LI trabalhou sobre o crescimento e desenvolvimento ponderal suas influencias diretas, ver se o crescimento da criança está de forma correta, dentro do curso. Como convidada o professor trouxe a professora Lilian da UNICAMP, onde ela deu continuidade, citando que o crescimento e altamente variável que a questão óssea influi muito, sendo dividido em três fases, na primeira, segunda infância, e a da puberdade. Citou que o crescimento na primeira infância é o período em que se registra o maior período de crescimento, e que a nutrição é chave nisso. Comentou que o desenvolvimento da segunda infância o crescimento é menor e que os fatores hormonais influenciam muito, além da tireóide. As grandes transformações ocorrem na puberdade, ocorrem também mudanças hormonais, do inicio do desenvolvimento sexual, havendo uma desaceleração do crescimento, crescendo progressivamente menos, até adquirir estabilidade, voltando na adolescência, além de que o crescimento varia entre garotos e garotas, havendo uma considerável diferença. Falou do crescimento feminino que ocorre o desenvolvimento do seio, da menstruação, e que varia entre 8 e 13 anos incompleto, havendo um estímulo do ovário, havendo uma estimulação hormonal, produzindo o hormônio de crescimento, sendo mais precoce do que o do homem. Já nos homens e o primeiro sinal é o desenvolvimento dos testículos, dos pelos e do pênis, ocorrendo dos 9 aos 14 anos, aumentando também a testosterona, estimulando a produção do hormônio de crescimento, ocorrendo dois anos mais tarde do que a mulher.
                Citou também que para avaliar esse crescimento é necessário os pais usarem a tabela, além do desenvolvimento dos caracteres sexuais, e que os pais devem fazer isso, para analisar problemas ocorridos, e que toda a criança deve ter um gráfico de crescimento, para seja possível comparar a sua altura com a da população em geral, identificar problemas de doenças genéticas e observar precocemente mudanças de canal de crescimento ou de peso. Citou que as atividades físicas, o sono, e doenças crônicas e nutrição são fatores responsáveis pelo crescimento ou não da criança, além de doenças, sejam crônicas, verminose, como também a genética, que depende da altura dos pais, além da higiene, problemas psicológicos, vão terem impactos sobre a estatura final do individuo.
Falou que através da altura dos pais tem como prever a altura da criança fazendo a conta de somar as alturas do pai e mãe, adicionar 13 centímetros e dividir por dois, servindo para identificar o crescimento do potencial genético.
                Mostrou também a importância do IMC, do gráfico de massa corporal, importantíssimo para que os pais observem eventuais problemas dos filhos. Caso esse crescimento ocorra de forma maior que o normal aos 4 anos e uma tendência de uma obesidade futura, e que caso esse índice passe de 85 eventuais problemas ocorrerão. Para calcular esse IMC é necessário pegar o peso, somar com a altura da pessoa e fazer uma multiplicação de 1,034. Caso esses números passem de 95 há obesidade, entre 85 e 95 há problemas de sobre peso e menor de 65 não e problemas. O IMC mostra que durante a infância se isso for bem tratado ameniza problemas de diabetes, saúde, problemas cardíacos, etc.
                Na finalização o professor LI LI encerrou a aula onde sugeriu para que trabalhasse isso com os alunos, inclusive com o professor de matemática e que o professor deve trabalhar com esses alunos, analisar o que se está tendo de alimentação em sua unidade escolar.

AULA 6 – MODULO 2 – A CONSTRUCAO PSICOLOGICA DOS VALORES

AULA 6 – MODULO 2 – A CONSTRUCAO PSICOLOGICA DOS VALORES
                Como tema da construção psicológica em valores o professor Ulisses, trabalhou como é feita a construção psicológica dos valores, onde neste momento, ele quer responder, se e possível uma educação de valores e como e feito isso, além de quais valores devem ser trabalhados, sendo necessário entender esse processo. Comentou que os valores referem-se a trocas afetivas que o sujeito realiza com o exterior. Surgem da projeção de sentimentos positivos sobre objetos, e ou pessoas, e ou relações e ou sobre si mesmo. Melhorando o conceito de Piaget, definiu segundo ele que “Os valores referem-se a trocas afetivas que o sujeito realiza com o exterior. Surgem da projeção de sentimentos positivos sobre objetos, e ou pessoas, e ou relações e ou sobre si mesmo. Neste trabalho de Piaget, definiu a idéia que tem a ver com trocas afetivas, onde os valores têm total relação com a afetividade, quando falamos em valor falamos em gostos, futebol, cinema, etc. No campo psicológico o valor é o que gostamos e que e construído através da projeção de sentimentos, não sendo algo introduzido, algo do próprio sujeito do que é projetado, relações, etc., onde também as pessoas se tornam uns valores entre eles, sendo algo comum no nosso dia, como tem gente que adquire valores entre as pessoas, suas relações, e que o valor tem sentido psicológico, são relativos, e que relatamos sentimento sobre si mesmo, sejam positivos ou negativos, falando bem ou mal sobre si mesmo, adquirindo valor ou não, não sendo totalmente rígidos, mas eles mudam conforme nossas experiências vividas, e que essa personalidade muda, criando sistemas, e que dependem muito da intensidade dizendo que dependendo dos valores, com os quais o sujeito contribui sua identidade e de seu posicionamento central ou periférico, aparecerão os sentimentos morais, como a vergonha, a culpa, que exercem o papel de regular as relações intra e interpessoais, experienciados quando o sujeito age contra os valores que são centrais em sua identidade.
Para explicar isso usou um mapa conceitual do posicionamento dos valores da identidade, usando a honestidade como exemplos das pessoas que não aceitam dívidas, se posicionam, não conseguem nem dormir enquanto não acertam suas dividas, enquanto tem pessoas que devem e estão pouco preocupados em prejudicar com alguém e que isso se forma através da construção dos valores dessas pessoas, sendo as relações psicológicas entre o sujeito e o meio que fazem formar isso na pessoa, e que não são itens estáticos, eles mudam conforme seu comportamento, e as pessoas, mudando a todo instante. Ele pode ser honesto com sua família, mas desonesta com seus clientes, isso muda conforme o que ele acha importante.
Como exemplo ele conceituou que pau que nasce torno não morre torto e que sim muda, as pessoas mudam os seus valores centrais sim, e que o trabalho de construção de valores eles mudam sim basta o bom desenvolvimento de um projeto pedagógico junto com os alunos e que a escola precisa determinar isso, sendo um guia, para a construção da identidade dessa criança, como justiça, identidade, cidadania, aumentando a probabilidade da saída da marginalidade desses alunos, sendo necessário um bom trabalho, pois a mídia, internet conseguem trabalhar ao inverso disso, sendo um grande dilema.

AULA 05 – MODULO 2 – EDUCAÇÃO E ÉTICA

AULA 05 – MODULO 2 – EDUCAÇÃO E ÉTICA
Usando o tema educação e ética nesta aula a professora Carlota Boto, conceituou estes temas, estando referindo ao aspecto escolar, com a interação entre aluno e professores, alunos entre si, professores e funcionários, todo um coletivo envolvendo, dinamizado, nesta reflexão da ética, tendo que lembrar que a escolarização é uma travessia, que é uma transição da família, escola e vida social. Falou também que  escola ela é um ambiente aberto, não mais particular, e que vai prepara o aluno para a vida pública, se deparando com professores, criando um conflito, sendo necessária uma construção de uma dinâmica de liberdade onde o professor deve desenvolver, tendo autoridade e liberdade, pelo fato da criança ser regida por regras exteriores, cada vez mais incorporadas, onde ela ganhe a autonomia da moral,  grande desejo de pais e educadores, que a moral ela e construída por exemplos do que por simples falácia, sendo necessária essa reflexão, onde o professor necessário passar o ensino de valores, sejam eles generosos ou perversos, formando a autonomia do cidadão portador de direitos e deveres, e que isso surge na Grécia clássica, onde a virtude é a chave, sendo campos importantíssimos, pensados por Platão e Aristóteles, e que a  política visa nesse período como um bem comum a concórdia, gerando as primeiras grandes reflexões, a liberdade, pensada na esfera pública, onde o grego colocava o privado em segundo plano. Ética e moral, são sinônimos, é o pensar em costumes, onde a ética era o comportamento escolhido, adesão voluntaria, e conjunto de regras em ação, enquanto a moral é a forma de agir do qual a sociedade deseja, externas a opção individual.
Usamos estes dois termos de maneira diferente, onde ética era a adesão voluntária a regras, já a moral, supõe uma forma de agir coletivas e externas, elaboradas pela própria sociedade, e é necessário o entender de trabalhar com o outro, enfrentar desafios, escolhas, relações de justiça, por se no lugar do outro. Esse outro seria o nosso aluno colega, o que não e nosso, precisando pautar nossa ação na possibilidade de construir uma vida do bem, digna, como os gregos já pensavam, a felicidade.
                Comentou que a ética é construída como um hábito, partindo de exemplos e ações, no dia a dia, como nos traduzimos nossa ação no dia a dia, com toda a relação entre alunos entre si, não sendo apenas teórico, mas sim uma saber do conhecimento que se necessita de ação. Também explicou os termos JUSTO MEIO, da educação preparada para a democracia, da igualdade, fraternidade, diversidade, diferença, humanidade, sendo muito importantes e necessários itens que foram transportados até hoje, inclusive na revolução francesa, tudo com o preparo da democracia, de normas coletivas, viverem de maneira com o respeito.
Há a necessidade de trabalhar para as novas relações onde a criança tem que se preparar para a civilidade, grande responsabilidade que temos da humanidade, tolerância, sendo as atitudes importantíssimas, através das nossas ações, pensadas e institucionalizadas.
Cita também que um problema que é pensamos às vezes na ética apenas ao outro, mas no que nos diz respeito não usamos, sendo necessária essa reflexão pessoal. O grande questionamento da ética é pensar quais ações e por que são moralmente corretas, quais são os critérios para orientar os julgamentos, e o que é necessário querer fazer, além da ação correta, que tem como objetivo a felicidade de todos, a virtude e a formação de regras. Para isso e necessário a clareza das regras, a legitimidade das fontes, critérios, isso também em sala de aula, que nada mais é que o contrato pedagógico, para que a classe se sinta participando da construção de seu currículo, sendo as atitudes dos alunos se altera, devido à clareza das regras trabalhadas coletivamente, necessários.
                A professora falou que e função também da escola, o conceito de valores, e não apenas saberes escolares, onde a adesão do aluno é o grande objetivo do professor, grande desafio do professor. Nos últimos cem anos, percebemos que devido a isso a infância foi começada a ser tratada de outra forma, tendo um cuidado maior, onde se escuta mais, da tolerância, paciência, mudando totalmente o conceito, valorizando a ética e moral, mesmo apensar da concorrência de todos outros itens da sociedade como as tecnologias, internet, TV, e que o professor deve trabalhar estes conteúdos de forma a ganhar um tom formal.
Finalizou a aula onde a professora, comentou a relação com alunos intolerantes, onde o professor cria juízos cristalizados e generalizações falsas, e que o professor isenta disso, onde nos professores devemos ter tolerância junto a isso, para que possa estabelecer uma relação de uma cultura escolar, que seja fraterna, que trabalhe com a virtude, da ética da justiça, e do cuidado. Como reflexão do fim da aula trouxa a seguinte frase para reflexão de camps, onde diz que “A ética fala da justiça porque há desigualdade, fala de amizade porque não somos auto-suficientes, fala da democracia porque não existem sábios suficientemente capazes e competentes para governares sem perigo de se equivocar”

sábado, 2 de outubro de 2010

AULA 04 – MODULO 2 – SAÚDE DO PROFESSOR.

VIDEOAULA 04  – MODULO 2 – SAÚDE DO PROFESSOR.
Como foco da saúde do professor, a professora Paula Fernandes citou algo importantíssimo no ambiente escolar que é a saúde do professor, postura, stress, e principalmente o problema da voz. Questionou-se se como anda seus problemas pessoas quanto a essa problemática, questionando se somente é o excesso de informações, perca da voz, salários, indisciplina são realmente os culpados por todo esse problema. Mostrou um vídeo sobre diferentes regiões onde vê se que os problemas dos professores são muito parecidos, como voz, pânico, stress, indisciplina, e alternativas para esse problemas que são centros educacionais de auxilio do professor para combater esse problema, vídeo produzido pelo ministério da educação.
Focou também nesta aula, três principais problemas que são a voz, o stress e a postura. Sobre a voz, convidou uma fonoaudióloga da UNICAMP, onde mostraram que esse é o principal problema do profissional, com 2, 3 turnos, que ruídos, acústica, ambientes não são adequados para o ensino, e geram problema vocal, se força a voz, para que todos consigam ouvir, e que o uso da sala de aula não e ensinado na universidade, de uma educação vocal para o bom desempenho do professor, e que, só vai procurar ajuda com um problema vocal muito grande, depois de várias licenças, e que a ação preventiva é a principal arma para o professor, além da necessidade da hidratação das cordas vocais do professor, além do movimento ser uma grande arma que o professor não usa, onde é necessário técnicas para isso, havendo a necessidade do variar tom da voz, da necessidade da atratividade da voz, causando um maior interesse.
Citou mitos que não resolvem a problemática da voz, como balas, gengibre, não resolvem o problema, tendo apenas efeito anestésico, e que ira forçar sem sentir, além do respirar, peça chave, do controle respiratório, e que, aprendendo a usar de forma adequada a voz, melodia, articulação, ficando muito atento nesse processo, melhorando o trabalho, e que a prevenção é a grande arma do professor em sala.  A Professora, para a questão da postura, chamou outro doutor da UNICAMP, fisioterapeuta, onde o professor citou as melhores posturas para a sala de aula, para amenizar problemas, e que o docente deve estar muito atento aos sintomas, e que são várias as causas, como postura viciosa, sedentarismo, hérnias de disco, sobrepeso, e problemas do antigo LER, hoje chamado, MOBI, distúrbio ósseo muscular e que, diante tudo isso, causa grande problemas para o professor, onde há maneiras de diminuir isso, como, o alongamento, o rompimento da inércia, item muito simples, e ensinaram alguns desses exercícios, além do uso da escrita em lousa, sendo necessário escrever a altura dos nossos olhos, independendo do apagar várias vezes, do relaxar ombros, entre outros. 
Por fim a professora focou o STRESS, que é uma reação do organismo, e que causa problemas como medo, confusão e, por mais incrível que pareça a felicidade. Citou que o stress ele possui três fases, que é a fase do alerta, onde há o primeiro contato do problema, e que as pessoas criam estratégias de lidar com isso, da resistência, onde devido a sua intensidade, dura muito tempo, e não consegue estratégias para resolver esse problema, e se não resolver o problemas causa a e a exaustão, onde a pessoa não suporta mais, ficando vulnerável a tudo como doenças, etc.
Falou que o ápice do STRESS é a síndrome do BURNOUT, que é uma das conseqüências mais marcantes do stress profissional, sua exaustão emocional, onde há uma avaliação negativa de si mesmo, depressão, insensibilidade a tudo e todos, chegando a um estado em que não consegue reagir a nenhum estímulo. Falou que o STRESS e suas causas do professor, que são várias causas, como cobrança, indisciplina, reuniões, falta de tempo, excesso de atividades, falta de recursos, más condições de trabalho, e que o saber lidar e importante para não piorar a situação, e que a maneira de interpretar e muito importante para isso, e que a ansiedade, e a baixa auto-estima piora a situação, tendo necessário procurar estratégias para resolver esses problemas, procurando maneiras de prevenir, repensar divisões de tarefas na escola, conversa, manter a calma, buscar algo positivo nos problemas, buscar soluções, o que é possível, real, necessário o que pode ser feito, e também não depender de ninguém, ter flexibilidade, aceitar mudanças, exercícios físicos, ter momentos pessoais para você, ter um lazer, focalizar um pouco em você, criar um ambiente agradável, e não desanimar nunca, ENFIM, AÇÕES PARA BUSCAR RESOLVER ESSES PROBLEMAS A ENFRENTAR OS PROBLEMAS DE APRENDIZADO, ALÉM DE SE MANTER SUA FORMAÇÃO, CONTAR COM COLEGAS, estar por dentro do projeto escolar.

AULA 03 – MODULO 2 – SAÚDE NA ESCOLA

VIDEOAULA 3 – MODULO 2 – SAÚDE NA ESCOLA

      Nesta aula o professor LI LI falou sobre a problemática da saúde na escola, onde fez uma recapitulação da mortalidade entre a sociedade brasileira, onde disse que o derrame é o principal causador das mortes em nossa sociedade, e também nas unidades escolares, servindo de reflexão e necessária discussão no ambiente escolar, como forma de promoção e de debate para a prevenção de aparecimento de doenças. A terceira vídeoaula tem como objetivo, estar fazendo um panorama de como será os temas abordados em saúde nesse módulo, explicados passo a passo. Em outra tabela, ele comentou que, a principal causa é a externa, provocada, e que o coração é o grande vilão das mortes em nossa sociedade, principalmente em idade avançada, e que e prevenida com a necessidade de mudança de hábitos, combate a fumo, bebida, entre outros.
Citou o crescimento do ser humano sobre o ponto de vista físico, e da avaliação desse crescimento, dos distúrbios alimentares, cada vez mais altos, comidas saturadas, gorduras, lanches rápidos, tudo rápido e bom, porém com um preço alto no futuro, além da questão da anorexia nervosa. Focou também o TDHA, que é o déficit de atenção onde o aluno não para quieto, atrapalhando o trabalho pedagógico, onde sua intenção é de  não diagnosticar, mas refletir, e o que o professor pode estar ajudando nesse processo, e de grande preocupação para com o ser humano. Citou que a afetividade além da sexualidade na adolescência, um fato onde o professor deve ter grande importância nesse processo, da gravidez na adolescência, onde na primeira relação sexual muita garotas já engravidam, onde há a necessidade do ambiente escolar discutir, conscientizar o alunado.
Outro fator citado foi à questão da violência escolar, das armas na escola, onde o bullyng é o grande responsável, e que as políticas escolares devem ter orientação e noção sobre, onde as redes sociais, internet, Messenger pioram a situação.  Outra questão comentada foi sobre as drogas no ambiente escolar, seus tipos, tanto lícitas como ilícitas, onde e responsável também pela formatação do comportamento do jovem, alterando sua psique, sua postura, e com comportamento na sociedade.
Terá foco também outro processo do excesso de informações existentes em nossa sociedade, moldando o comportamento do jovem, onde o neoliberal, o consumo e a indústria muda por completo o comportamento do jovem, influenciando para o consumo, além da pressão da sociedade em excelência, em primazia, em diversas atividades, sobrecarregando de forma grande tanto o físico e o psíquico, causando o STRESS, sendo uma realidade ao qual temos que encontrar estratégias para solução desses problemas. 
Devido a tudo isso, como ensinar valores com todos esses problemas, principalmente do sistema econômico que vivemos? Nessa vida que levamos onde não respeitamos às oito horas diárias de trabalho, lazer e sono, onde o econômico é prioritário, sendo responsável pelas doenças, causando depressão, vazio, inclusive em crianças, causando sérios problemas inclusive o suicídio. Ele finalizou questionando nós docentes, sobre o andamento da nossa saúde, como anda? E que, somos seres humanos e necessitamos nos preocupar e priorizar, da necessidade da prevenção médica, da conversa com o médico, da perca de voz, dor nas costas, onde é necessário o professor cuidar, onde se doente, não realizando boas praticas de aprendizado.
  

AULA 02 - MÓDULO 02 – A ESCOLA E A CONSTRUÇÃO DE VALORES

AULA 2 - MÓDULO 02 – A ESCOLA E A CONSTRUÇÃO DE VALORES

Nesta aula o professor Ulisses focou a construção de valores morais através da unidade escolar, na sala de aula, onde como a escola pode trabalhar nessa problemática de constituição de valores e regras, para o processo de desenvolvimento dos alunos. Vemos que a teoria de Piaget ela é algo muito além das simples regras de Piaget, sendo algo difícil e complexo, onde tem como objetivo mostrar sete dimensões diferentes que a escola deve estar atenta na educação de valores, sendo necessária a transversalidade e a interdisciplinaridade, no cotidiano escolar.
O primeiro citado pelo professor são os conteúdos escolares, onde ética, democracia, valores, de forma transversal deve ser introduzida no ambiente escolar, pois na atualidade não se privilegia valores, apesar de que estar isso existente em seus projetos pedagógicos, mas entrando de forma real, transversal, sendo de grande utilidade, através de temáticas como violência, etc. Na segunda é necessária a mudança na metodologia das aulas, onde os professores ainda mantêm o unilateralismo, ouvir, como o professor detentor do conhecimento, sendo isso a necessidade do diálogo, cooperação, coletividade, para que isso seja introduzido de forma real no ambiente escolar, além do diálogo de sala de aula, com conversas no mesmo nível, na mesma relação, além da necessidade do papel ativo do estudante, onde ele passa a ser um protagonista do processo do conhecimento, buscar informações, estudar por conta própria, ele, ira descobrir os conteúdos necessários, buscar informações no mundo real. O terceiro item é o trabalho intencional com valores, com a escola deve ter essa noção da construção de valores e cobrar isso, e dar intenção a escola, onde ela necessita querer isso, para que valores sejam trabalhados, onde, por exemplo, o professor deve trabalhar a declaração universal dos direitos humanos, importantíssimo para que o aluno tenha esse conhecimento, como guia de referencia. Já a quarta dimensão, fundamental, são as relações interpessoais, que são sentimentos onde o respeito, autoridade e admiração devem ser trabalhadas dia a dia, pois é o sentimento que promove a identificação entre a pessoa respeitada e a que respeita, entre outros o professor deve ser trabalhado, e construído dia a dia, sendo que o professor deve encontrar formas para que isso seja alcançado.
Para que a autoridade seja alcançada e necessária uma relação de admiração e respeito entre professor e aluno e não de forma autoritária e exigente, mas sim de forma democrática, do dialogo, do ouvir, entre outros. A quinta dimensão segundo o professor Ulisses é a questão da auto-estima, fato muito preocupando nos dias de hoje entre os jovens no que diz respeito à visão de futuro. Comenta também sobre a auto-imagem onde segundo Taille, comenta que “Cada ser humano constrói para si uma imagem que julga representá-lo, com o qual se identifica e se confunde” e que a consciência “encontra-se a auto- imagem e o que cada um sente sobre si mesmo que é a auto-estima”. Cada ser humano constrói uma imagem de si, se somos bons, se somos generosos, nos construímos essa auto-imagem, o que pensamos, e isso varia entre pessoas, entre positivas e negativas, onde a pessoa ética deve e necessita ter essa auto-imagem boa e positiva, combatendo os preconceitos, que inferiorizam os alunos, sendo chave no processo educacional.
O autoconhecimento, sexto aspecto, essencial para a democracia escolar, onde devemos nos conhecer nossos sentimentos, para saber os de outras pessoas, e saber identificar isso, aprendendo a se aprender de forma própria. Finalizando a escola deve ter uma autogestão própria, onde a instituição deve descentralizar as decisões, tirar da mão de um pequeno grupo, em que as regras do projeto acadêmico, devem ser flexíveis, que permita o diálogo, a reorganização de conteúdos, a busca coletiva de problemas para ter sucesso nos desafios cotidianos, o que deve mudar e ser repensado na maioria das unidades escolares.

AULA 01 - MÓDULO 02 - O JUÍZO MORAL DA CRIANÇA

AULA 01 - MÓDULO 02 - O JUÍZO MORAL DA CRIANÇA

Nesta Aula o professor ULISSES trabalhou sobre a questão do juízo moral, de valor da criança e do adolescente com base nos estudos de Piaget, que, relatou em seu livro na década de 1930, INTITULADO JUIZO MORAL DA CRIANÇA, sobre como se da o processo desenvolvimento da criança, acompanhando o desenvolvimento dos seus filhos e outras pessoas, onde como se dava o controle de fatores morais da criança, através de vários exemplos e jogos de regras.
Como reflexão, no seu livro disse que “Toda moral consiste num sistema de regras, e a essência de toda moralidade deve ser procurada no respeito em que o individuo adquire por estas regras.” Isso chama a atenção em dois pontos, onde fala que a moral é vinculada com as regras, o que é uma pessoa moral, que cumpre regras, acordos, que cumpre regras da sociedade, leis, formalidade, afirmando que a moral tem haver com regras, cumprimento das leis.
Já a segunda parte trata sobre o respeito, ou seja, não basta apenas obedecer por obrigação, ele precisa entender a importância das regras, da convivência em coletividade e do respeito ao bem comum. O professor fixou esses exemplos através de uma seta, passando por três fases de desenvolvimento desde o nascimento, onde ela passa pela anomia, (regras em grego) ausência de regras, com o passar do tempo a criança ela vai vendo que ela vai aprendendo regras, como por exemplo, onde ela pode fazer xixi, etc., aprendendo com a família e a sociedade que é a heteronomia, coisas que ela pode ou não fazer, ela SABE DESSAS REGRAS, ela tem ciência do que pode ou não fazer, e que ela é variada, e a autonomia que é as pessoas entende essas regras, estando internalizado no próprio sujeito, o que pode e não pode fazer e que as crianças passam por todas essas etapas e que as relações humanas são responsáveis por isso. HETERO - VÁRIAS, até a formação de sua autonomia, onde ela adquire esse processo de desenvolvimento. Nomia significa regras, palavra do grego, e que a criança aprende nas devidas etapas do desenvolvimento.
 Piaget fala em estados e não estágios, e que varia conforme a criança, e que são duas relações que fazem mudar de estágios fatos muito importante que são a coação e respeito. Com a coação é a ameaça, usadas pela sociedade e adultos, para dizer limites e regras a seguir. Já o respeito unilateral, se dá numa relação entre duas e mais pessoas, direito único. Para uma pessoa respeitar a outra tem que ter afetividade, fazer questão do convívio com a que pessoa, usando o amor e o medo, respeitar por que gosta não se quer perder o amor por ela. Quem ama tem medo de perder, sendo tudo isso necessário para construir esses estágios até a autonomia, e é uma coisa unilateral, importante para construir o construir regras, viverem em sociedade através da cultura.
O professor comentou também que em sociedades autoritárias usa-se a coação, forçando a obediência, na qual essa pessoa vai ser sempre heterômica e nunca atingirá a autonomia, se um grande problema a ser enfrentada pela sociedade atual, meta do processo educacional, e que segundo Piaget, através das relações de cooperação é que iremos conseguir atingir a autonomia, através do uso do amor, do gostar do outro, da afetividade, importante em sala de aula conseguir essa relação entre aluno e professor, através do jogo de regras, como Piaget fez, para que ela construa os Estados de autonomia, convivendo com colegas, acordar regras, qualquer coisa, sendo assim que conseguiremos sucesso. O professor citou outros estudos como o cinco jogos de educação moral, que permita para que todos consigam a autonomia, reduzindo o egocentrismo, grande desafio dos pais que junto com os professores devem trabalhar, onde pouco a pouco deve se deixar isso, deixando de se centrar apenas pela, mas sim em tudo. Finalizou a aula se comentando também da grande confusão dos dias atuais entre autonomia e anomia e que devemos ter olhos atentos para que isso não ocorra, e que devemos fazer intervenções para essa correção.

VIDEOAULA 27 - EPILEPSIA EM DIFERENTES FASES DA VIDA

   
EPILEPSIA EM DIFERENTES FASES DA VIDA
Nesta aula o professor LILI conversou sobre como se dá a postura da epilepsia em diferentes fases da vida, onde ele pontuou essa temática de uma forma que o professor consiga trabalhar em sala de aula isso, vendo as diferenças fases da vida do portador dessa doença. Ela é uma condição neurológica, crônica, grave, freqüente, caracterizado por crises epilépticas,  onde há ausências de fatores como intoxicação, etc., sendo frequente e um fato comum em nossa sociedade, onde uma a cada cem pessoas tem esse problema.
No Brasil, cerca de 3 milhões de brasileiros com epilepsia, onde, o diagnóstico esta facilitando isso, diariamente, 270 casos são diagnosticas, na infância ou na adolescência, e muito presente na sala de aula, onde o professor deve estar atento a esse problema, que é ainda cercado por muito preconceito, dogmas falsos, mas em nossa realidade, temos que estar familiarizado com o assunto, a par, onde fica mais fácil a realização desse trabalho, havendo a necessidade desse conhecimento para o dialogo entre o professor.
O professor comentou os diferentes tipos de epilepsias, desde a infância do 1 ao 3 anos, no ensino infantil, que é um tipo muito grave, como a síndrome de West, onde seus braços levantam, sendo importante estar reconhecendo para por intervir e orientar isso para corrigir o mais rápido possível. Há também as epilepsias mais benignas, dificuldade de fala, a criança pode ter a convulsão. Esse tipo de síndrome é de fácil controle com medicação, facilitando o trabalho. Há também a epilepsia juvenil, comum, que são solavancos, crises de ausência, ela se desliga por poucos segundos, causando as vezes a convulsão, que tende a aparecer mais na adolescência, sendo rápida e a crise de ausência, que passa desapercebido, sendo semelhante e comum ao longo do sono, onde o corpo da um gesto parecido, onde entramos em processo de sonolência. Esses problemas são detectados e devem ser corrigidos o quanto antes para que não haja a rotulação da pessoa, havendo a necessidade do docente perceber isso, para orientar pais. Essas crises geralmente começam na região temporal do cérebro, onde se dá a sensação de medo, devido a região do cérebro ser responsável pelo trabalho das emoções.
O professor falou que nem sempre todas as epilepsias vem somente de convulsões, mas sim de outras reações.
As causas da epilepsia, se entende como uma síndrome uma condição neurológica que podem ter em comum, não algo certo, tendo, como causas, como doenças genéticas, congênitas, traumáticas, vasculares, entre outras. Indo para os sub grupos, com crianças menores, vemos que as causas da epilepsia são diferentes, como infecções, mal formação do cérebro, causando problemas conforme a gravidade, outro ponto importante e que a epilepsia não causa retardo mental, mas e a causa base, que causa tanto o atraso psicomotor, bem como a crise epiléptica, mas sim causado por uma ponte em comum origem em comum. Nas criaças maiores, há causa genéticas, traumatismo ucraniano, alem de outros problemas como o uso de drogas, álcool, que estão presentes em nossa realidade, influenciando muito, havendo a necessidade do professor mudar isso. Já com pessoas adultas o AVC e os tumores cerebrais também influenciam muito. Em adultos, há casos de necessidade de tratamento emergencial para o uso de medicação para esse controle, onde temos que estar atento, passando de cinco minutos, ou uma crise atrás da outra perdendo a consciência, havendo a necessidade de estar adentrando num quadro de estar epiléptico, ligando para a emergência.
Há também segundo o Dr. a relação entre epilepsia e as mulheres, principalmente em casos de gravidez onde a mulher deve ter um cuidado especial, onde o medico deve orientar o ácido ufórico, o uso de métodos anticoncepcionais, entre outros.
Para finalizar o doutor falou que a crise influi e muito em nosso visual, onde a criança vê imagens, causando também convulsões febris, que não e epilepsia, e não e considerado epilepsia, mas se usa remédios antitérmicos para resolver o problema, e que e um fato comum, onde três por cento das criança tem convulsões febris, e que o pai deve estar consciente disso, e que grande parte não influi, não se converte e epilepsia.






VIDEOAULA 26 - EPILEPSIA DIAGNOSTICO E TRATAMENTO


Nesta aula a professora Paula Fernandes continuou o trabalho sobre diagnósticos de epilepsia, onde narrou um fato ocorrido em uma escola primária, na qual ela fez uma narrativa deste ocorrido, as ações e principalmente a discriminação que a aluna Marli passou a sofrer no ambiente escolar por parte de alguns pais de alunos e também do ambiente escolar, além vários outros  problemas até  abandonar a escola. Algumas pessoas chegaram a alegar   que ela possuía demônios ,o que fez com que a aluna perdesse a vontade  de estudar e abandonasse a escola, devido a tanta discriminação sofrida. A  professora  também alertou a importância de se conscientizar todo o ambiente escolar para que problemas como este ocorrido com  a Marli não ocorresse novamente, pois observa-se que a escola e os profissionais não estão preparados para lidar com este tipo de problemas. A professora mostrou a importância da elaboração de estratégias por parte de todo ambiente escolar, que, devem-se evitar esses problemas. A professora mostrou que como é feito o diagnostico para se detectar através de equipamentos médicos, e não passando a obrigação para o professor, mas para que ele entenda como e realizado isso. Comentaram também quais são as causas responsáveis pelo problema de epilepsia, onde citou as três principais causas existentes, como a neurociscose, ingestão de ovos da solitária, que devido a dificuldade economia faz com que as pessoas não se preocupam com higiene, onde a limpeza é fundamental, seus ovos podem estar se alojando, no cérebro, sendo uma das principais causas da epilepsia, além de lavar muito bem os alimentos para que não ocorra isso. Outro fato também são os traumatismos causados pelo acidentes, de carro e moto, mostrando a importância das leis do transito para que não ocorra estes problemas, além do outro fator que é o AVC ou o derrame, onde através do AVC, ele tem como conseqüência depois a epilepsia, onde a necessidade de atividade física e fundamental para que esses problemas não ocorram.
A professora orientou também como deve ser feito o tratamento, para que se melhora a qualidade de vida dessas pessoas, onde as drogas antiepilepticas são fundamentais para que não ocorram as descargas elétricas e melhorando sua vida, onde pouco a pouco o medico vai tirando a medicação até que se resolva o problema. Há também o tratamento cirúrgico, pouco conhecido mas útil usado em casos em que a medicação não resolve o problema, que é a epilepsia refratária onde uma boa avaliação deve ser feita para que isso não ocorra. Há também o tratamento psicológico, onde a família também deve ser inclusa, participar junto, conscientizado para que haja uma melhora da qualidade de vida deles.
Nisso tudo o professor deve ter um papel fundamental para conscientizar o grupo, combatendo os rótulos, para que se prejudique essas pessoas, onde por pesquisas provou-se que esses rótulos aumentam a discriminação por parte da população, onde aumentando esse rotulo, aumenta-se o nível de discriminação por parte da população, aumentando no ambiente escolar, influenciando a percepção.
A professora comentou também que há a necessidade de se comentar conversar com o alunado, para que conscientize o grupo, pois através de pesquisas e ainda muito forte a questão da epilepsia, onde as atitudes dos professores são muito necessárias para influenciar esses estigmas, onde o professor tenha atitudes adequadas.
A professora finalizou que esses grupos com esses problemas fazem parte da sociedade e precisam dessa inclusão social e que haja atitudes para que eles consigam ser inseridos na sociedade, onde a escola tem peça chave para isso.



VIDEOAULA 25 - PRÁTICA E ESTRATÉGIAS DE PROJETOS E EDUCACAO EM VALORES


VIDEOAULA 25 - PRÁTICA E ESTRATÉGIAS DE PROJETOS E EDUCACAO EM VALORES

O professor Ricardo Fernandes Pataro nesta aula mostrou para os alunos de que forma o professor deve trabalhar a questão da estratégia de projetos em sala de aula, usando como exemplo seu trabalho realizado na cidade de Campinas-SP, na educação infantil e educação no Brasil, usando o artigo 26 da LDB, usando como temas a questão do trabalho infantil, ligando todas as áreas do conhecimento na realização do trabalho, onde cobra atitudes de como resolver esse problema o passado de nosso país, totalmente escravista, e a questão da exploração do trabalho das crianças por alguns pais.
Usou alguns temas como a questão da renda per capita, onde trabalhou informações, para partir a pesquisa, usando conhecimentos de geografia e matemática, divisões, médias para que ele possa, a partir do seu próprio exemplo o que é uma renda per capita. Como resultado, a criança, através da escrita explica como que foi feito essa conta, onde se divide salários dos membros da família, pelas pessoas, causando revolta entre os alunos, mostrando a desumanidade, além de dar significado matemático das operações trabalhadas.
Outra atividade foi a realização das narrativas, escrevendo um diálogo entre uma criança que trabalha e o seu patrão, além de como resolver esse problema, e os planos para o futuro dessas crianças, onde através do texto, ele consegue explicar a realidade do local dessas crianças, dando sentido ao escrever desses alunos, entendendo o porque da situação enfrentada por esses alunos, as injustiças de nossa realidade o entendimento da questão política da realidade, além de formas de solução dos problemas enfrentados, além de valorizar a importância para as crianças da escolarização.
Outros projetos realizados foi o projeto de elaboração de construções de cartas entre os alunos de duas escolas vizinhas, onde através do textos os alunos trocavam informações, onde cada um sabia do problema e a realidade do outro, conhecendo outros ambientes, onde surge o questionando de resolução de problemas, como resolver os problemas de uma escola pública que passa por problemas, como ajudar, onde através novamente da divisão para procura de compra de produtos para essa escola com dificuldades, mais uma vez o conteúdo de matemática passa a ter significados para os alunos, onde para ir até a escola, foi ensinada a questão cartográfica, pontos cardeais onde o mapa foi usado como instrumento para que os alunos chegassem até a escola, fato que atrai muito interesse para o aluno.
Como finalização o professor mostra todo esse mapa de saber e quais foram as ligações entre todos os conteúdos trabalhos na realização desse trabalho.




VIDEOAULA 24 - PRÁTICA EM SALA DE AULA – ESTRATÉGIAS DE PROJETO E A CONSTRUÇAO DA REDE

 
PRÁTICA EM SALA DE AULA – ESTRATÉGIAS DE PROJETO E A CONSTRUÇAO DA REDE  

Dando continuidade a construção de projetos e estratégias o professor Ricardo Fernandes Pataro demonstrou, em continuidade, como estar elaborando projetos de trabalhos em rede, onde foi dada como exemplo a aula sobre direitos humanos, em um grupo de crianças de 11 a 13 anos, focando a questão da educação, trabalho infantil, sendo, a partir daí a escolha da temática a ser trabalhada com os alunos, onde é feito de forma coletiva com os alunos, onde foi escolhido no exemplo, o trabalho infantil. O próximo passo e a realização de perguntas do projeto, para serem inseridas na rede e projetos, onde é feito com uma dinâmica, e trabalhadas em pequenos grupos, onde conversam e as elaboram, apresentando para o grupo todo, onde e feita uma votação.
Logo em seguida e realizado o planejamento docente, onde o professor escolhe seus conteúdos a serem desenvolvidos, focando o que ele quer priorizar na realização do trabalho, além da transversalidade a ser realizada entre o grupo. O próximo passo e a busca de respostas das questões feitas pelos alunos, importantíssimas na realização do registro dos alunos e do projeto, fato chave na documentação do processo.
O registro e importante, pois, e através dele que vão ser anotadas as mudanças a serem realizados como imprevistos itens que surgiram após duvidas com alunos, remodelando seu projeto e plano de aula, onde haverá a necessidade de uma realização de troca entre esses profissionais. Percebe-se que no fim do projeto, cria-se uma complexa rede de relações, onde há uma interligação muito grande entre todos, comprovando a eficiência do projeto de transversalidade. Ele finalizou explicando as etapas para a elaboração do projeto, como escolha do tema, a aproximação do tema, a temática especifica, a elaboração de questionamentos, o planejamento docente além das estratégias e as metodologias, ligando todos os conteúdos e a busca coletiva de respostas as perguntas do projeto.



VIDEOAULA 23 - EPILEPSIA CONCEITOS GERAIS

EPILEPSIA CONCEITOS GERAIS

Focando conceitos gerais de epilepsia, foi à abordagem da professora Paula Fernandes nesta aula, onde comentaram essa condição, conceitos gerais. A professora fez uma reflexão onde grandes personagens da história eram portadores de epilepsia, como Nobel, Machado de Assis, Alexandre o Grande, Joana Darc, entre outros, grandes pessoas que contribuíram para a sociedade tivera esses problemas. Ela é uma condição neurológica grave, muito comum, onde dois por cento da população tem esse problema, cerca de três milhões de pessoas, aproximadamente, 50% dos casos tem esses sintomas na infância ou adolescência, e que sofre um grande preconceito e estigma com esse problema, tendo muitas dificuldades, ao arrumar trabalho entre outros fatores.
E foram varias as ações de universidades publicas quem fazem esse trabalho de conscientização e o tratamento integral e sua família, para que essas pessoas saiam das sombras e vençam esse problema, onde a ASP é uma ONG que faz este tipo de trabalho.
Ela é uma condição neurológica, que repetidas vezes causas crises, repetidas vezes, num intervalo maior de 24 horas, sem febre, que é causada por fator externo, tem que ter crises epilépticas sem parar e na ausência de infecções e sem uso de drogas.
Essas crises, também conhecidas por ataques, ou convulsões, são eventos clínicos de curta duração, quando o cérebro deixa de trabalhar de maneira adequada, provocando descargas elétricas excessivas. E como se fosse um curto circuito, sendo a professora.
A professora também falou que, são eventos clínicos de curta duração, mostrando anormalidade no cérebro, elas são subdividas em crises, epiléticas parciais, onde, são iniciados em um local específico do cérebro, dura alguns segundos, podem estar consciente e apresentar um movimento de seus membros, alterações de visão olfato e audição, por exemplo, onde através do vídeo a professora demonstrou esses problemas, uma das características, e o repuxar do tecido do rosto. Há também as generalizadas, elas ocorrem quando essa descarga ocorre no cérebro todo, sem origem, esse tipo de crise faz perder a consciência, ocorrendo à convulsão, onde a pessoa cai se bate, e assunto muito pessoas ao redor, como a crise de ausência, aonde nos professores vimos muito isso em escola, onde o aluno se desliga, e volta aos poucos. Outro tipo são os solavancos, onde através de exemplos de vídeo também foram demonstradas as situações da crise, em crianças, adultos e bebes como a síndrome de West, onde mais cedo se detectar, melhor.
A epilepsia ocorre em diferentes fases da vida, interfere da mesma maneira em diversas formas, com comportamentos inapropriados, e dificuldades na escola e no convívio social. Quando elas começam na adolescência, causando problemas em seus relacionamentos sociais além da auto estima sendo totalmente prejudicada. Já nos adultos, mesmo com estabilidade, na sociedade, tendo dificuldade, alterações sociais.
Na escola, o professor deve ter essa percepção, para ver o desempenho e a alteração social desse aluno, que pode ter alterado seus fatores psicológicos, sua auto-estima e autoconfiança, medo de rejeição por parte de colegas, entre outros, onde pais e professores precisam criar estratégias para que consiga fazer reverter essa situação, conscientizar o grupo para que a criança não perceba isso e possa estar inserida em seu ambiente familiar e social.
Foi explicado também o procedimento para como lidar com as convulsões, onde houve recomendações do que não fazer, como não segurar a pessoa, apenas controlar, não se preocupar com a língua, como tanto é dito, não havendo risco, não pondo nada, nem tente por a língua, nem nenhum liquido para que a pessoa cheire, pois isso não influencia em nada, pois a convulsão ela tem um começo, meio e fim, e ela dura no Maximo em 3 minutos, onde há a necessidade de retirar tudo que esta, mostra período ao lado afastar, além de por a pessoa de lado para que a saliva consiga escorrer, não provocando afogamento e controlar todos em sua volta. Caso ela dure mais que 5 minutos, é necessário chamar socorro médio, pois ela esta entrando em outro estado, onde há a necessidade de intervenção médica, somente nestes casos, e depois da crise, essa pessoa fica sonolenta, profunda. Como inserir essas pessoas na sociedade? Elas têm uma vida normal, e que inclusive pode ter filhos. Mas com cuidados, além dos hábitos saudáveis de vida, frequentarem a escola, exercícios físicos, e principalmente trabalhar, não havendo problema. O grande desafio dessa doença e o preconceito, sendo necessário por uma nova perspectiva, pois não e contagiosa, nem espiritual, não repassa, não e punição espiritual, onde o professor deve ter responsabilidade de por numa nova perspectiva, tratar bem essa pessoa, incluí-lo, onde nos podemos ajudar o tratamento integral, diminuindo o estigma e a qualidade de vida dessa pessoa.